|
18 ANOS DE LABUTA DO EP
OH ESPAÇO PORTUGUÊS AQUI ‘STOU EU OUTRA VEZ PARA TE FELICITAR PELO TEU ANIVERSÁRIO DESENVOLVENDO UM ROSÁRIO DE LANÇAMENTOS P’RA O AR
DEZOITO ANINHOS VOLVIDOS A ENRIQUECER OUVIDOS DE TANTOS COMPATRIOTAS A SÉRIO OU COM BRINCADEIRAS ISENTAS DE BABOSEIRAS VAIS DANDO CULTURA A GOTAS
AMENIZAS NOSTALGIAS QUANDO A EMISSÃO TEM SEUS DIAS P’RA GÁUDIO DO AUDITÓRIO QUE ATENTO AOS ENSINAMENTOS NOTÍCIAS E SENTIMENTOS AUMENTA SEU REPORTÓRIO
NASCESTE POR AMIZADE NO DIA DA LIBERDADE E, LONGE DE ESTARES SENIL, QUE FESTEJES ESTE DIA COM INFINITA ALEGRIA SALVÉ 25 DE ABRIL!!!
Modestíssima homenagem ao distinto Programa Radiofónio de Zurique-Suiça, ESPAÇO PORTUGUÊS pelo seu 18º. Aniversário a ocorrer em 25 de Abril de 2010. Do seu admirador e, a despeito do seu silêncio forçado, seu grato devedor de impressionbante hospitalidade,
Alfredo Louro |
|
Apenas estar
Que não se diga que um nome não tem silêncio nem o indício de uma pomba expatrie o elementar de tua mão: é carícia na proa das águas. Que não se sinta a melodia na mudança das sombras nem o desenho de uma concha adormeça o mundo o elementar de tua mão saúda o sopro maravilhosamente no meu rosto cansado excessivo como o silêncio
rui cardoso paço de arcos, 6-8-2009 |
|
Do mar um aperto
De minha casa vejo luxos passar em sentidos transatlânticos só água aonde irão alegrias ou mágoas raras nos barcos nos iates nos paquetes ou irá também encantos ou demais galanteios e bafejos e vão seres magoados? Acredito! Desde que a mágoa, verdadeiramente magoada, ensine perdão, estenda a mão, desde que navegar, ou ir, ou andar em sentido com o mundo seja ele todo sacudir dores por cada um que sonha ser embalado um dia
rui cardoso ao pé do mar que trás e leva quando quer… tudo! paço de arcos, 29 de julho de 2009
|
|
A coisa primária
já soube escrever sobre o amor em pequeno e adulto como do amor na instância em equilíbrio numa desesperada ramagem com todo o tempo fosse lassidão em cascata ou ocaso de redemoinhos soube também atirar palavras surdas nesse amor vegetal e o coração era água próxima de marés sobre as mãos e carícias e dançarinos, mesmo rostos juvenis recolhendo no círculo, moradas e humildades para um ninho de segredos
rui cardoso em paço de arcos como convosco 23 de julho 2009
|
|
Para o cantinho da poesia - Á Suíça
Rua do (Quelhas)
Da Vinha ao Outeiro, De Várzeas e a Vilarinho, Há muitas estradas, Quelhas; E muitos caminhos…
Estas palavras vão para a Junta da Goma Por seu neto querer por; “Rua do (Quelhas) no lugar de Varzielas” Por o Avô ter sido Sargento na Guerra Mundial, 1914/8 “Rua do Sargento Quelhas”
Porem caracterizava com alento. Aqui fica meu pedido como herdeiro, A Sobradelo da Goma e seu Presidente; E à pessoa do Secretário e Tesoureiro.
|
|
Para o cantinho da poesia - Á Suíça
Ser poeta é ter vida Ser poeta é ter vida é sonhar, é amar e crescer na inocencia, até chegar à idade maior e saber que fazer da vida, ser poeta talvez, nem que seja simplesmente por uma unica vez, em sonho, por isso vivo a sonhar na realidade virtual sonho sim por ser humano e mortal enfim! sonho... sonho, que sou poeta louco intlectual, sonho porque tenho vida soudades de ser poeta nem que seja apenas por um pouco...
"Quelhas" o autor mais fraco para quem o prefrir |
|
Para o cantinho da poesia - Á Suíça Amigos inseparáveis: Os livros ficaram em casa, E eu; Parti sozinho. Senti a falta de estar acompanhado, Mas esqueci dos meus amigos! Pois! Os meus livros não podiam ser lidos, E eu; Não os podia ler. Estávamos longe um do outro E com saudades, De nos voltarmos a encontrar, E nunca mais nos separarmos. Naquele instante fiquei ali a pensar, Afinal! Livros sem leitores ou leitores sem livros, Não são nada um sem o outro, E não se podem separar, Mas unirem-se mutuamente. Assim; Não haverá solidão, E temos a liberdade de desafogar, Com um amigo sincero e explícito.
João Carlos Veloso Gonçalves "Quelhas" autor do mundo |
| poema dilacerado será magistério o que toda a sombra ocupa depois dorme entre anjos como se o tempo recomeça-se de cada vez que a língua é sossego ou clama misteriosa beleza ou na espessura do seio faz-se seda pupilas com círculos de terra
nesta ascenção argilosa do que vem do sossego do que seja um deserto outrora entre folhas vem sempre como peregrinação uma alegria desprendida apesar de vagarosa
rui cardoso |
|
poema do livro livre da iminente liberdade (poema para o espaço português pelos seus 17 anos de existência, livre)
num enlevo de concha suspensa entre dedos sobre tuas ancas pensei em pequeno ser livre depois ensinaram obstinadas luzes, a minha cintilou como nudez, em rumores, talvez labirintos por vezes, como livro com heróis, tinha uma garganta por onde soltava-se espuma, barcos, os primeiros nomes livres de quem aprende decifrar uma onda, os lábios indolentemente incendiarem-se e apagarem-se eu com as palavras nas mãos como brinquedo para a liberdade junto ao jardim onde o silêncio tem formas junto ao esquecimento que não passa porque as abelhas levantam voo sobre paz que é lâmpada e eu menino tentar fazer o barco de papel a espuma como vagidos mágicos nas futuras estrelas adormecer quase cego pelo fogo da liberdade de uma árvore, um repouso de paredes brancas com signos ser-me ser livre sem gritar
Rui Cardoso 24 de abril de 2009 – paço de arcos
|
|
Pelos livros que nas folhas têm rumores ou tallvez labirintos que talvez peçam uma companhia ainda que no silêncio pelos livros existem rumores de nudez, semelhanças com a vida como se tocha incendiada onde repousa silêncio, ardor, alguma bandeira como seio como constelação para ideias vazias como proa sem vertentes na imensidade dum perfume sobre a pele Um livro é um perfume escarpado renascido na escarpa interior com alegrias e remoinhos de sílabas como se fosse é amor poema escrito com propósito: estou com saudades vossas rui cardoso ao pé do mar em paço de arcos |
|
SOL DE ABRIL
Naquela madrugada as sentinelas Que estavam vigilantes no seu posto, Atravessaram portas e janelas Nas asas do silêncio e do desgosto...
E os heróis que venceram a procelas Tiveram de mostrar sobre o seu rosto As longas cicatrizes e mazelas Onde só o desprezo andava exposto!...
Naquele dia o sol nasceu mais cedo E as carcomidas portas do degredo Sentiram, finalmente, a claridade...
De alegria choraram os escravos Vendo espetar nas armas rubros cravos, Depois de conquistada a liberdade!
Gracinda Coelho |
|
17º.ANIVERSÁRIO DO EP
QUE MAIS PODEREI DIZER DE QUEM NOS DÁ O PRAZER DE CULTURA E AMIZADE DA PÁTRIA-MÃE ‘STÃO DISTANTES MAS SEUS CORAÇÕES GIGANTES DOMINAM BEM A SAUDADE!
MAIS QUE MUITAS SÃO AS PROVAS SEMANA A SEMANA AS NOVAS COM MÚSICA A TODO O GOSTO COM PROGRAMAS CULTURAIS ENTREVISTAS ENTRE AS QUAIS O SABER DÁ O SEU ROSTO
OH! ESPAÇO PORTUGUÊS COM GENTE DESSE JAEZ E COM A FORÇA QUE TENS TU DEIXAS-ME INEBRIADO POR ISSO COM ESTE FADO TE DOU OS MEUS PARABÉNS! Alfredo Louro |
|
Rádio Espaço Português
Vou contar-vos uma vez Creio não vos ir fazer danos Na Suiça o Espaço Português Vai fazer por estes dias 17Anos
É de espantar e coisa que se veja Entre muitos e entretatos É o lucutor Luis Beja E a lucutora Maria dos Santos
Ouvem e respondem o que se pergunta O que querem ouvir que nos encanta Com a confusão desta marabunta Onde se encontra energia tanta
E é no Sábado e até na Quinta Quem os quizer ouvir tem de ligar Musicas com uma grande pinta Que nos deixa alegres e a cantar
Só na Suiça isso acontece A muitos que os ouvem causa inveja Com Maria dos Santos que nos envaidece e com o lucutor impagáve Luis Beja.
05.02.2009 Donnerstag, 5. Februar 2009 José Guerreiro
|
|
PARABÉNS EP!
Mais um ano de labuta De entrega e de devoção Sem cansaço e sem disputa P’ra dar voz ao coração!
Nesse ESPAÇO PORTUGUÊS Cuja missão é tão nobre Onde todos têm vez Dá voz ao rico e ao pobre
Sem terem fins lucrativos Sendo a vosso cargo as custas Trazem para o “ar” motivos Defendendo causas justas
Não fosse a “nossa” Maria E o Confrade Luís Beja Lora era Rádio vazia E não nos causava inveja!
Mas assim bem preenchida E com a ajuda do “Xiko” A Rádio ‘stá preenchida E o site fica mais rico!
Que o vosso esforço vos traga A boa recordação A imagem que não se apaga: Dia da Revolução
De Amor e fraternidade Sois autênticos “pedintes” A favor da Liberdade E Bem-Estar dos Ouvintes
Por isso mais uma vez P’los 17 anos que tens A ti, ESPAÇO PORTUGUÊS Dou sinceros PARABÉNS!
Oliveira de Azeméis, para 25/04/2009 como singela e modesta homenagem ao Programa ESPAÇO PORTUGUÊS em Zurique pelo seu 17º. Aniversário
Com estima, consideração e gratidão do Alfredo Louro |
|
|
|
Quanto te vejoQuando te vejo tristeNão sei que sinto em mim Quase que não resisto Continuar ver-te assim.
É como ver a noite mal para-se E se ao contemplar-te choras Eu em vão esperar-te Ou tu não vens e se acaso te demoras
É assim que eu vejo e me conheces A meditar no que eu nunca fiz Ponho-me ao espelho para ver se impeço De que algum dia que eu fui feliz
Deixamos escrito versos sem um tema Ou versos cada qual com um Que pena tenho eu, que não tempo Para de os não ver nenhum
José Guerreiro
|
|
O Circulo
É uma linha apenas O circulo é uma esfera Sejam grandes ou pequenas Que termina onde começa Por estranho que pareça.
Segue a linha o destino Ao contrário das paralelas Comprido ou curto caminho Seguem a par qualquer delas Mas sem nunca se encontrar Por isso são paralelas Vão seguindo sempre a par
O circulo começa em mim Vai andando pelo Mundo E vem terminar assim Dentro de um ser pouco profundo Em que eu fico pensando Sem me dar volta à cabeça Por estranho que pareça
Começa e acaba em mim Está a linha fechada Encontrou o seu principio Foi quando ficou parada Fechou-se no seu início Ficou a volta acabada Como o elíptico ovo Que é um circulo nada novo
José Guerreiro
|
|
Não sei se é loucura
Quando nasce o dia, rouba-me os poemas. Que durante a noite em sonhos componho. Com os espíritos em clareza extremas, Chamando a si visões, a transbordar de sonho.
Pensamentos loucos, verdadeiros dilemas, Ai! Quantas vezes, ao acordar me ponho. Com uns complementos de reais algemas, E a grande confusão, em que me enfronho
Vejo-me no meio de muita boa gente, Aqui nesta terra, ser ter um abrigo. Todos com espanto me olham de frente, E eu no meu leito, feito de pascigo.
Garganta dormente minha voz não soa, A lua encoberta por expesso véu, As mãos se estendem dessa gente boa, E a lua parada; parece no céu.
Solitário monge, mas que cisma a minha Essas nuvens negras são um mau preságio Vou ouvido o vento, como em ladaínha E no Oceano um barco em pleno naufrágio.
Eis que descubro no meio da serra Entre matagais, um antigo abrigo Ouço uma voz, gritando na terra, Pára! Não te vás, somos teu amigo.
José Guerreiro
|
Flanando
Vai-se no mundo flanando; Sem saber onde ir parar. O nosso tempo vai passando, Sem saber que vamos ficando Mais longe do nosso lar.
E sem destino seguindo, Perde-se o tempo a flanar. Mermúrios vamos ouvindo, Como as abelhas zumbindo, Nas terras de outro lugar
E quando damos por nós, Já tão afastados estamos. Pensamentos estão em vós, Mas niguém ouve nossa voz Porque já velhos ficamos
Sem conta peso ou medida, A vida chegou ao fim. É sempre assim nesta vida, Toda a gente arrependida; Como se vê é assim.
Damos conta no entanto, Nada amena este tormento. Pois já não existe pranto! Mas vivemos e no entanto, Já não importa o lamento.
José Guerreiro
|
|
PORTUGAL DE NORTE A SUL
Vou falar do meu País Que em toda a parte se diz De beleza sem igual Dos rios, das prais, das fontes E do Algarve seus encantos, Do meu lindo Portugal.
É nas areias da praia Onde o mar, bate e desmaia. Numa canção sem igual Cantando as nossas canções Desde Faro a Guimarães Onde nasceu Portugal.
No alentejo, as ceifeiras. Que são no mundo as primeiras Nos seus trajes sem igual. De baixo de um Sol ardente Vão cantando docemente Canções do meu Portugal
Portugal e os seus Castelos Alguns ainda são belos. Silves, Évora, Santarém. Onde os poetas de outrora Cantavam a toda a hora As suas lendas também.
É nas areias da praia Onde o mar bate e desmaia. Numa canção sem igual Cantando as nossas canções Desde Faro, a Guimarães Onde Nasceu Portugal.
José Guerreiro |
|
Nas Ruas da minha vida
Nas ruas da minha vida Entrei numa sem saída Pareciam-me todas iguais. Fui andando ; mas, parei A pensar no que farei Dei tudo não tenho mais.!!
Da minha alma querida, Dei amor que enchia a vida Mas, ninguém o aceitou!!! O tempo correu partiu Mas, esse niguém o viu Só a saúdade ficou.
Agora olhando o passado Sem ter alguém ao meu lado A quem dar o meu amor. Continu-o na mesma rua Onde a luz branca da Lua É fria; não dá calor. José Guerreiro |
|
Meu Coração Triste
Oh! Meu coração triste, como um convento antigo! Onde o tempo criou fantasmas e visões Quando me lembro da era que passei contigo Recordo-me dos tempos e das velhas procissões E a lembrança das frases, que guardei comigo Quando nós escutavamos os nossos corações... Oh! Meu coração triste, como um convento antigo!...
De noite, quando a Lua no alto do céu aparece! Com tão pálido brilho que nem parece luar E há quem a tenha visto. E nunca se esquece Da maneira que olha!... Parece chorar!... É como um fantasma, que ao longe fenece E de lá, com um lenço, parece acenar... De noite, quando a Lua no alto do céu aparece!
É assim meu coração, sangrando de dor!... Parecido a um fantasma, que no convento existe. Eu tenho ainda recordações desse perdido amor Que eu vou desfolhando do meu livro, e triste Como quem desfolha as pétalas da mais linda flor Que o tempo destrói e a quem nada resiste... É assim meu coração, sangrando de dor!...
José Guerreiro |
ESTA LISBOA QUE EU CANTO
Esta Lisboa que eu canto Já não tem o mesmo encanto Vive outro tempo talvez. Mas tem o Carmo e a Trindade A Avenida da Liberdade E na rotunda o Marquêz.
Não tem fragatas no rio Nem poetas no Rossio Lá nas mesas dos cafés. Muita coisa, ainda tem Tem Ajuda, e tem Belém E ainda o Tejo aos seus pés.
Não tem nas ruas varinas Nem namorados às esquinas Como tinha antigamente Mas tem a Graça e a Guia, Tem Alfama e Mouraria E a Igreja de S. Vicente.
Como era dantes já não é O velho Cais do Sodré Recordá-lo ainda é belo. Desde a praça da Ribeira Do Cais Sodré à Figueira E da Betesga ao Castelo.
Esta Lisboa que eu amo Lisboa que por ti chamo Saudades, recordações, Do Comércio até ao Rato Da Alfama ao Bairro Alto E do Saldanha ao Camões
José Guerreiro |
|
Assim seu canto me encanta
Correndo com velocidade Pressa de chegar ao mar Fico de novo deleitado Com o seu novo cantar
Enquanto a água rola No seu gorgeio saltitante Vou ficando, hora a hora E assim eu vou pensando
Corre a água, corre o vento E tudo na vida corre E corre o nosso pensamento Que só pára quando morre.
Do lugar onde eu nasci Não me consigo olvidar Em cima da ponte velha Ouvindo a água cantar
José Guerreiro |
|
Em Ti Pensando
Eu sinto prazer chamando, -Minha amada, tu és minha. Se acordo, em ti pensando, Òh minha querida, Isaurinha.
Minha amada, tu és minha. Segundo; assim me tens dito.` Óh minha querida ,Isaurinha , Nas cartas, que me tens escrito.
Um dia pensando em ti Pensamento. Nostalgia. Eu ouvi, dentro de mim, Uma voz que me dizia.
Dedica-te, a ela a fundo. Porque ela, bem o merece. Mais do que a tudo no Mundo, Porque ela ,nunca te esquece.
Ouvi essa voz fiquei Um tanto surpreendido. Mas eu depois reparei, Que não me estava mentindo.
Já no fim da Primavera, E ainda, tanta flor, aqui. E tu sabes que voz era? Era a voz do meu amor; por ti..
José João B. Guerreiro |
|
Eramos quatro
Subindo uma montanha alta e escarpada Nós quatro, cantando com alegria O amor, o tempo, eu e a minha amada, Subiamos, a essa montanha um dia.
Na minha amada o seu semblante Dava já mostras de inegável cansaço. O Tempo já nos passara a diante O Amor para o acompanhar, acelerava o passo.
Gritei! Tempo ! Amor! Vão mais devagar. Pois é difícil para a minha companheira, E eu também; não os consigo acompanhar Porque é bem difícil, e ingreme esta ladeira.
Respondeu-me o amor sem azedume. Pois sabém todos os amigos meus, Eu sempre os acompanhe como é costume Mas se não nos acompanham ; então adeus.
E o amor e o tempo como combinados Como que empurrados pelo vento Saltaram lá seguiram desajeitados Deixando-nos boquiabertos por um momento.
Ali ficamos cansados uma eternidade!!! Olhando-nos sem amor; mas com carinho. Olhá-mos para tráz vinha a saúdade. Dizendo; esperem ou eu fico pelo caminho?
Perguntei à saúdade, em meu lugar o que faria De onde vinhamos não poderiamos já voltar. A voz da prudência ainda se ouvia, Para tráz não podem; terão de aqui ficar. E eu com minha amada ali morria.
Dezembro 2004 José Guerreiro |
|
Eu sem querer esperei
Eu esperei näo vieste Näo sei o que se passou Ou tu já me esqueces-te Ou teu amor acabou
Porque tão volúvel és Mudas com facilidade Desejas ver a teus pés Um coração destroçado
Mas vê lá tu tem cautela Com o que queres fazer Pensas que és muito bela Isso te pode perder
Eu já conheci também Alguém que era bela e linda Hoje não a conhece niguém Que ao tempo, a recorde ainda.
29-05-2005 José Guerreiro |
Faço versos quando posso
Nasci nú e sem camisa Mas de mim não tenham dó Vou ajudando quem precisa Mas sou pobre como Jó.
Faço versos quando posso Isso me dá alegria Sei que não é o pão nosso Mas eu vivo o dia a dia,
Enquanto vou escrevendo, Vou minhas máguas contando. Quando escrevo, as vou bebendo! Lembranças, não sei de quando.
Umas com muita história, Outras da história fugindo, Veem todas à memória; Que ao escrever; vou digerindo.
José Guerreiro |
Falam mal do Fado
Deixem que esses outros Os que falam mal do fado. Esses são muito poucos, Muitos são do nosso lado!
Eu também gosto do fado Muito mais do que se pensa Não; eu não estou malado Estou bem; não é doença.
Porque há quem seja doente E diga mal do nosso fado. Não pertence à nossa gente, É povo mal informado.
O fado é cação portuguesa, Há muito que o ouço cantar. Ouço o fado à sobremesa Depois de um belo jantar..
Recordo assim com saudade E até com muita emoção Em tudo estou á vontade É como numa oração.
Pena eu não saber cantar, Mas ouvindo-o com respeito, Faz meu coração palpitar, Batendo dentro do peito.
À meia-luz se cantando, O nosso fado afinal. A todos nos vai lembrado A canção de Portugal !!!.
José Guerreiro |
|
Rádio Espaço Português
Vou contar-vos uma vez Creio não vos ir fazer danos Na suiça o Espaço Português Vai fazer por estes dias 17 anos
É de espantar e coisa que seveja Entre muitos e entre tantos É o lucutor Luis Beja E a lucutota Maria dos Santos
Ouvem e respondem ao que se pergunta O que querem ouvir que nos encanta Com aconfusão desta marabunta Onde se encontra energia tanta
E é no Sábado e até na Quinta Quem os quizerouvir tem de ligar Musicas com uma grande pinta Que nos deixam alegres e a cantar
Só na Suiça isso acontece A muitos que os ouvem causa inveja Com Maria dos Santos que nos envaidece E com o lucutor impagável Luis Beja
5 do 2 de 2009 Donnrestag José Guerreiro |
|
Na rua de qualquer cidade
Quando passa uma mulher Na rua de qualquer cidade Digam lá o que disser Há sempre um ar de vaidade No porte e apresentaçãoTenha ela qualquer idade E enquanto ela vai passando Desperta-nos a atenção Na forma que vai andando Vemos! - Como pisa o chão E as pedras que vai pisando Porte altivo, e presunção Enquanto vai caminhando.
E a mulher quando passa No seu passo miudinho Deixa um ar da sua graça Seguindo no seu caminho Vai mostrando a sua raça Devagar devagarinho Prestando sempre atenção Sempre à espera no entanto De uma palavra galante Que estremeça seu coração Diga quem quiser dizer Assim é nossa mulher! É a mãe dos nossos filhos É a mãe do nosso povo, Seguindo por novos trilhos, Luta por um Mundo novo!!!
José Guerreiro .... Dortmund |
|
DIA DOS NAMORADOS… 14 de Fevereiro
Amor são emoções virtuais, Cartões são sombras de tradição milenar, Abraços e beijos, e um grande chi-coração… Mas São Valentim quer mais, Muito mais amor no ar… Não só neste dia de namorados, Neste dia de emoção, Mas todos os dias de afecto e amor profundo, Abraços e beijos, e um grande chi-coração, Amor e paz no Mundo…
Amor é alegria e satisfação, Amor é espírito ou agrado, Amor é consolo e afeição, Amor é cio ou vício…
Amor é movimento e confusão, Amor é amar ou desejo, Amor é aliança e acórdão, Amor é gozo ou um beijo…
Amar é carinho e conclusão, Amor é afecto ou beleza, Amar é apetecer e gratidão, Amor é adorar ou certeza…
Amor é bem-querer e união, Amar é apreciar ou considerar, Amor é escolher e coração, Amor é chocolate ou chocho…
Amor é grandeza e anexação, Amor é fascínio ou casos reais, Amor é domínio ou conexão, Amores são emoções virtuais…
Amor é amar e ser amado, Dia dos namorados é quando a gente quer, Amar é ter virtude e carinho, Com dedicação especial, à nossa MULHER…
… e se for o caso ao vosso homem…
Amar não é quando se pode, mas sim quando se quer!
“Quelhas” autor povoense radicado em Zürich |
|
Quadras de Natal
É Natal, é Natal, É Natal em Belém, É Natal em Portugal, E em todo o Mundo também...
O menino nasceu em Belém, Nasceu tão sozinho, Para nos querer bem, E ser nosso amiguinho...
Nasceu sobre as palhas secas, O nosso DEUS menino, No presépio relembramos, O seu amor divino...
Veio para connosco sofrer, E ser pregado na cruz, O nosso DEUS menino, Tem o nome de Jesus...
Ele tem uma alma boa, Que nasceu com seu destino, De espinhos é sua coroa, Desde pequeno menino...
O DEUS menino veio ao Mundo, Para fazer caridade, Neste dia profundo, Pregar sua pura verdade...
Este DEUS menino louvado seja, Com a sua forte luz, Também nossa casa festeja, O Natal, lembrando Jesus...
A festa de Natal é da FAMÍLIA, é de todos nós!
O Autor inspirado no nascimento do menino, em Jerusalém
"Quelhas"
|
|
Metáforas
A escuridão da noite é mais clara, Que a visão de um cego, Só a morte é mais negra.
Os leitores de agora, Não gostam de poetas loucos! Preferem romances policiais, Até parece que gostam de polícias, E não d`amores…
Viva na paz dos outros, E ao mesmo tempo, Seja feliz consigo...
autor: "Quelhas"
|
|
Amizade Sincera
Já alguma vez pensas-te ao valor de uma Amizade? É uma pergunta sincera de verdade... Quando conheces alguem, É normal essa pessoa ao inicio não é ninguem. Mas apenas a começas a frequentar, Uma amizade se deixa sevilupar...
Um amigo (A) para mim não é só uma companhia de saídas, Mas alguem que me esta perto em lutas e lidas. Quando somos crianças temos os nossos Pais para nos defender, E agora de crecidos quêm é que vamos ter? Um amigo (A) sincero ??? Claro !!! Também eu o quero...
Mas antes de o encontrar, Coitados de nós em quantos falsos nos vamos fiar. Que te rondam a casa à espera de um favor, E quando o favor desaparece são como a água em vapor. E aqueles que te fazem promessas sem parar, So têm lata mas nada para te dar.
De certa gente é melhor fugir, Porque se precisa-res de ajuda ném aos gritos te vão acodir. Acredita na minha palavra onesta, Com certas amizades só quebras a testa. Mas não podes desconfiar de toda a gente, Porque a verdadeira amizade se nota, se vê, e se sente.
Não sou perfeito mas saibas que sou sincero, E a minha amizade esta sempre à tua espera. Não tenho muito mas o pouco que tenho é meu, Se mais nimguem te ouvir tu lembra-te que quêm te ouve sou eu. Quando estiveres triste com falta de um amigo, Feixa os olhos e não tremas porque eu estou sempre contigo.
Quero que contes comigo porque sempre te eide escutar, E deixa que estenda a minha mão para te levantar. Conto contigo e lembra-te que comigo podes sempre contar! Não te peço nada ném sequer um obrigado, Acontento-me de estar sempre ao teu lado.
Eglisau 22 de Dezembro de 2007 Florêncio Carneiro |
|
À EQUIPA DO ESPAÇO PORTUGUÊS
PASSADAS QUE ESTÃO SENDO AS EMOÇÕES PROVOCADAS POR ENCONTRO MEMORÁVEL VENHO AQUI EVOCAR O ADORÁVEL QUE P’RA MIM FOI UNIR OS CORAÇÕES
DE GENTE QUE TANTO ENRIQUECE O MUNDO NUM ABRAÇO VIGOROSO E FRATERNAL MOSTRANDO QUE O AMOR EM PORTUGAL NÃO É PALAVRA VÃ E É BEM PROFUNDO!
MEUS IRMÃOS ME CONVIDARAM. ACEITEI FAZER-LHES A VISITA DESEJADA COM RESULTADOS QUE JAMAIS ESQUECEREI
PARTIRAM LEVANDO COMO PREMISSA TRABALHAR POR UMA VIDA MAIS FOLGADA CONSEGUIRAM, DANDO MAIS LUZ À SUIÇA!!!
Alfredo Louro Oliveira de Azeméis, 31/10/ |
|
ENCONTRO NA SUÍÇA
‘STÁ QUASE A CHEGAR O DIA DO ENCONTRO DA AMIZADE ENTRE AMIGOS BEM LEAIS QUE À MARGEM DA CORTEZIA JÁ SABEM O QUE É SAUDADE SEM SE AVISTAREM JAMAIS!
ESTA A PROVA BEM PROVADA DE QUE O AMOR E RESPEITO NÃO ESTÁ NO VISUAL ‘STÃO EM CAIXA BEM GUARDADA CÁ DENTRO DO NOSSO PEITO SEM ESPAÇO PARA O MAL
CONFESSO: É ENORME A ÂNSIA DE OS APERTAR EM MEUS BRAÇOS E DIZER: “-ESTOU AQUI!” ENFIM, VENCI A DISTÂNCIA QUE NÃO IMPEDIU OS LAÇOS DE AMIZADE QUE SENTI
PIOR VAI SER A PARTIDA QUE A TODOS NÓS NOS COMOVE QUANDO EU ME VIER EMBORA O ADEUS DA DESPEDIDA NA TARDE DE VINTE E NOVE É RETARDADO UMA HORA!!!
(Que bom que vai ser, não foi?!!!!!)
Alfredo Louro (Com ESPAÇO PORTUGUÊS)
|
|
À LUSO-LIVRO vs ESPAÇO PORTUGUÊS
A LUSO-LIVRO É CULTURA FOMENTA A PAZ, A AMIZADE TRANSFORMANDO A NOITE ESCURA EM DIA DE CLARIDADE
E O ESPAÇO PORTUGUÊS DEU-LHE VIDA NO PROGRAMA QUE O QUE À CULTURA HOJE FEZ FOI MANTER-LHE ACESA A CHAMA
PARABÉNS AOS PORTUGUESES QUE, LONGE DA SUA TERRA, TANTO HONRAM PORTUGAL
ENFRENTAM TANTOS REVEZES MAS SU’ALMA SEMPRE ENCERRA SUA PÁTRIA SEM IGUAL!
Alfredo Louro 21/10/2006 (Inspirado no diálogo entre Maria dos Santos (EP) e D, Carla, Proprietária da Livraria Luso-Livro transmitido em directo no Programa de hoje) |
|
Desejo
Desejo de ver...
Pessoas que não
estavam prestando atenção no destino, mas se deixaram
levar...
enviado por : Anibal Jorge |
|
Viver Não Dói
enviado por : Anibal Jorge |
|
GESTO DE AMIZADE
Sou da linda Freguesia de Vilar do Pinheiro Tenho a Mártir Santa Marinha, como padroeira Vivo a Sul da linda cidade de Vila do Conde De figuras ilustres, que seu nome passaram fronteira
Esta linda Freguesia Muito populosa e industrializada Possui um povo acolhedor Por toda a gente é cobiçada
Estou feliz por de novo os cumprimentar Estas figuras publicas de muitos encantos Grandes profissionais na locução da Rádio-Lora Uma de seu nome Maria dos Santos
Menina sem vaidade na sua forma pessoal Aos Sábados das 15 as 17h fala para Portugal Nunca se esquece do meu CD passar Obrigada Maria dos Santos, não sei como a agraciar
Mas não posso deixar de elogiar O nome de outro locutor que esta rádio protege Que sempre me acolhe de braços abertos É o ilustre Cidadão Português Manuel Beja
É assim que eu vejo e trato estas pessoas Que me receberam com carinho divinal Convido a menina Maria dos Santos E o Sr° Manuel Beja que me visitem em Portugal
Não conhecem minha acolhedora casa Faço muito gosto que a queiram conhecer É modesta, humilde, tem muito calor humano Está sempre de portas abertas para os poder receber
A todas as outras figuras que me receberam Quando com o Grupo de Vilar do Pinheiro aqui cheguei O Exm° Sr° Cônsul,o Exm° Sr° Embaixador, o Exmo° Sr° Administrador do Banco Millennium, todos nunca os esquecerei
Vilar do Pinheiro, 30 de Setembro de 2006 António José Maia da Costa |
|
Para o Meu Amigo Luis Beja AmigoAmigo é aquele que te fala as verdades e que ouve as tuas razões. Amigo que te magoa, com as verdades, e te segura no colo, sem explicações.
Amigo é ânimo na dor e perdão no erro. Amigo é aquele que tem sempre, uma palavra de aconchego.
Amigo é o que respeita as diferenças e não olha às cores, nem às belezas. Amigo que te aceita como és, e nunca pergunta pelo que tens.
Amigo é ser autêntico, e sincero é ser honesto e verdadeiro. Amigo é deixá-lo ser a pessoa que é Sem querer transformar.
Obrigado Amigo!....
Autor: Florêncio Carneiro Zurique / Suíça 30 de Setembro de 2006
|
|
NOSTALGIA “-SAUDADES DO MEU PAÍS PLENO DE REAIS ENCANTOS!” SÃO PALAVRAS DO LUÍS E DA MARIA DOS SANTOS!
ELES TENTAM MITIGAR SUA ENORME NOSTALGIA LEVANDO A VIDA A BRINCAR VIVENDO O SEU DIA-A-DIA
CONTUDO AO ANOITECER FICA A FARSA AO ABANDONO POR NÃO PODEREM ´SQUECER A PÁTRIA, MESMO COM SONO!
POR ISSO EU OS VENERO E ME SINTO DEVEDOR DO APREÇO QUE REITERO A AMBOS COM MUITO AMOR!
(Preito ao Luís Beja e Maria dos Santos que tão bem conduzem o Programa Radiofónico “ESPAÇO PORTUGUÊS” a partir de Zurique – Suíça) Alfredo Louro 01/10/2006 |
|
HOJE 03/06/2006 |
|
|
Foi
difícil e preocupante saber o teu estado e a tua dor mas sei que és um homem deslumbrante e também um grande lutador. A todos um obrigado a quem força te deu e tiveste Deus do teu lado disso te garanto eu. não sei fazer poemas mas o que importa é tentar cá estou à tua espera para te poder abraçar. beijinhos da tua irmã, que te adora, Ana Maria 03/06/2006 |
|
|
AO CORAÇÃO DO LUÍS
A ONZE DE MAIO DE DOIS MIL E SEIS UM GRUPO SOLIDÁRIO DE PESSOAS EM SILÊNCIO SOFREU AMARGURA INTENSA AGUARDANDO COM EXPECTATIVA AS LEIS DA NATUREZA COM NOTICIAS BOAS QUE AMENIZASSEM SUA DOR IMENSA
PORQUE ALGUÉM QUE A ESTE ESPAÇO DEU VOZ FEZ UMA APOSTA P’RA VIVER COM QUALIDADE DECIDINDO APOSTAR NESSA “JOGADA” TODA A FORTUNA, PEDAÇO DE TODOS NÓS, QUE AFINAL É SUA VIDA, NOSSA POR AFINIDADE NUMA APOSTA AVENTUREIRA: TUDO OU NADA!
FÁCIL ENTENDER QUE A APOSTA DESTE DIA NÃO ENVOLVEU DINHEIRO MAS SIM A PRÓPRIA VIDA DO NOSSO LUÍS BEJA , ESSE INVULGAR “AMIGÃO” SUJEITANDO A MELINDROSA CIRURGIA QUE FELIZMENTE TERMINOU BEM SUCEDIDA PODENDO HOJE DIZER: “-OBRIGADO, CORAÇÃO!”
E A TODA A EQUIPA QUE, ENSINADA PELA CIÊNCIA, CONSEGUIU COM BRILHANTISMO ULTRAPASSAR OS RECEIOS ESCONDIDOS DESTA GENTE QUEREMOS AGRADECER COM VEEMÊNCIA E, BEM ALTO, AO LUÍS BEJA GRITAR: “-TENS “MOTOR NOVO”! É SÓ SEGUIR EM FRENTE!”
Alfredo Louro Oliveira de Azeméis, 15/05/2006 |
|
AO ESPAÇO PORTUGUÊS
AS PORTAS QUE ABRIL ABRIU HOUVE ALGUÉM QUE AS QUIS FECHAR DEIXANDO O PAÍS À TOA MAS HAJA CALOR OU FRIO ABERTAS HÃO-DE FICAR E NÃO SOMENTE EM LISBOA
ALGUÉM QUE NÃO ESTÁ PERTO COM A FORÇA DOS SEUS PULMÕES GRITOU, GRITOU, DE VERDADE: “-NÃO VOU BRADAR NO DESERTO TÃO POUCO FAZER SERMÕES, VOU FALAR DE LIBERDADE”
E VAI DAÍ, SATISFEITO, IMPONDO A SI UM PROPÓSITO QUAL RÉGULO SEM SER CACIQUE: TIROU DO SEU PRÓPRIO PEITO ALGO DE QUE FEZ DEPÓSITO NUM ESTÚDIO DE ZURIQUE
RÁDIO LORA FOI O ALVO NOVE SETE PONTO CINCO A FREQUÊNCIA ESCOLHIDA O SEU SONHO FICOU SALVO: POIS COM INVULGAR AFINCO A UM PROGRAMA DEU VIDA
NÃO É EM DIA DE ENGANOS QUE ESTA DATA SE FESTEJA PELA DÉCIMA QUARTA VEZ: NASCEU HÁ CATORZE ANOS DO VENTRE DE LUÍS BEJA ESTE “ESPAÇO PORTUGUÊS”
Alfredo Louro OAZ, 16/04/2006
(Dedicatória em homenagem ao Programa “ESPAÇO PORTUGUÊS” na pessoa do seu Mentor e um dos Fundadores LUÍS BEJA) |
|
MENSAGEM DA PÁSCOA 2006
NESTA PÁSCOA A QUE CHEGUEI CUMPRINDO AS MINHAS VONTADES CRIEI NOVAS AMIZADES COM AS QUAIS RICO FIQUEI
É TEMPO DE REDENÇÃO EM QUE ATÉ OS MAUS SÃO BONS HÁ CORES QUE MUDAM SEUS TONS P’RA MELHOR COLORAÇÃO
VOTOS FAÇO, EM CONSCIÊNCIA, PARA QUE EM DOIS MIL E SEIS IMPERE A PAZ, A DECÊNCIA
QUE OS VASSALOS E OS REIS ACABEM COM A VIOLÊNCIA E NASÇAM MAIS JUSTAS LEIS!
14/04/2006 Alfredo Louro O. Azeméis |
|
AOS POETAS
POETAS, ANIMAI-VOS! ALGUÉM DE VÓS SE LEMBRA! HOJE É O VOSSO DIA INTERNACIONALMENTE MAIS UM ANO VOLVIDO NUM DIA ASSAZ DIFERENTE EM QUE O POETA É ALGO QUE UM GIGANTE SEMBRA
RESPEITO, ELEVAÇÃO, AMOR, FRATERNIDADE, É O QUE REPRESENTAIS, OBREIROS DA CULTURA DO BERÇO EM QUE NASCESTES, ATÉ À SEPULTURA DESENVOLVENDO HISTÓRIA, ABORDANDO A SAUDADE
VÓS, A QUEM TANTO DEVE O MUNDO CONTURBADO, MERECÍEIS MONUMENTOS DE OIRO CONTRASTADO P´RA MOSTRAR AOS VINDOUROS QUÃO BELO É O TALENTO
QUE TANTO ROMANCISMO, TANTA BELEZA ENCERRA FAZENDO JUZ À PAZ E VERBERANDO A GUERRA SÓ PORQUE SOIS, POETAS, FONTES DE SENTIMENTO!
(Modesto tributo de gratidão a EUCLIDES CAVACO no Dia Internacional da Poesia – 2006) Alfredo Louro Oliveira de Azeméis, 21/03/2006 |
|
À MEMÓRIA DE AUTA RAMOS
PARTISTE E A SAUDADE ACONTECEU SERÁS ETERNAMENTE MEMORÁVEL PELO MUITO QUE FIZESTE, INENARRÁVEL FOI APENAS TEU CORPO QUE MORREU
TUA ALMA FICOU BEM VIVA ENTRE NÓS POR TUDO O QUE DE BOM NOS CONCEDESTE ASSIM, QU’RIDA AUTA RAMOS NÃO MORRESTE A PESAR DE SEM TI NOS SENTIRMOS SÓS
QUE REPOUSES EM PAZ NO PARAÍSO POR DARES A TODOS O QUE FOI PRECISO DURANTE A VIDA FOSTE UMA RAINHA
DOS IMIGRANTES QUE HOJE TE VENERAM E, CONFIANTES, DOS VINDOUROS ‘SPERAM QUE SIGAM TEUS EXEMPLOS, AVÓZINHA!
Singela Homenagem pelo recente passamento de uma MULHER que, junto da Diáspora, marcou durante décadas o seu espírito FILANTRÓPICO e de JUSTIÇA RIP AL OAZ, 06/03/2006 |
|
AO DIA DOS NAMORADOS (14/02/2006) QUE MAIS POSSO SUGERIR AOS NAMORADOS DE AGORA QUE UM POUCO DE CONTENÇÃO? NÃO SE DEIXEM ILUDIR POR CONVERSAS QUE NA HORA ACABEM EM DISCUSSÃO!
SEJAM CALMOS E SERENOS TOLERANTES E SINCEROS RESPEITADORES E AMANTES POIS OS GESTOS MAIS PEQUENOS DESDE QUE LEAIS E VEROS ATÉ PARECEM GIGANTES!
QUE OS INSUCESSOS ALHEIOS POSSAM SERVIR-VOS DE EXEMPLO DO QUE SE DEVE EVITAR PROCUREM TODOS OS MEIOS P’RA FAZER DO AMOR UM TEMPLO ONDE ESTÃO SEMPRE A REZAR
NÃO JULGUEM PATERNALISTA ESTE SINGELO POEMA DITADO P’LA CONSCIÊNCIA CREIAM QUE ELE É REALISTA DE AUTOR AMANTE DE GEMA E FRUTO DA EXPERIÊNCIA Alfredo Louro Oliveira de Azeméis 08/02/2006 |
|
À MARIA DOS SANTOS
SEGUNDO LI E ME LEMBRO, DIA VINTE DE DEZEMBRO DESTE NOSSO CALENDÁRIO PARA A MARIA DOS SANTOS NÃO FOI SÓ DIA DE ENCANTOS FOI TAMBÉM DE ANIVERSÁRIO
FOI PENA QUE SÓ AGORA A ESTA TARDIA HORA EU DESSE COM A MENSAGEM QUE A ALGUÉM QUE NOS ENLEIA A MARIANA CORREIA TENTOU PRESTAR HOMENAGEM
NÃO ME TINHA APERCEBIDO DE TAL TER ACONTECIDO PARA A PARABENIZAR MAS ‘SPERO QUE ACEITE O AZO P’RA MESMO FORA DE PRAZO OS PARABÉNS EU LHE DAR
LONGOS ANOS LHE DESEJO COM UM RESPEITOSO BEIJO MANTENDO A SUA VIRTUDE MAIS LHE POSSO PROMETER: QUE VOU AGORA BEBER UM “PORTO” À SUA SAÚDE!
COMO A RÁDIO EM QUE A OUVI SEI QUE É TUDO PARA SI E UM DOS SEUS GRANDES AMORES COMO OFERTA VIRTUAL LHE MANDO DE PORTUGAL UM LINDO RAMO DE FLORES
Alfredo Louro Oliveira de Azeméis, 20/01/2006
|
A MARIANA CORREIA
À MARIANA CORREIA EU PRESTO ESTA HOMENAGEM PODIA SER MUITO FEIA SÓ TER NA CABEÇA AREIA TENDO NA ALMA LINHAGEM
POR ACASO ATÉ NEM É É LINDA E INTELIGENTE MULHER DE LUTA E DE FÉ É APLAUDIDA DE PÉ QUANDO CANTA PARA A GENTE!
SUA VOZ ENTOA BEM SUA ALMA LUSITANA PRESENÇA E GARRA ELA TEM DECERTO NÃO HÁ NINGUÉM QUE DIGA NÃO SER BACANA
GENTILEZA QUANTO BASTE TEM ESTA LUSA FADISTA SÓ PEÇO QUE NÃO SE AFASTE E MUITO MENOS SE AGASTE POIS ‘STOU A SER REALISTA
PARTIU E RUMOU AO NORTE BUSCANDO FELICIDADE DESEJO-LHE MUITA SORTE E FORÇA P’RA QUE SUPORTE NESSE PAÍS A SAUDADE!
Alfredo Louro Oliveira de Azeméis, 18/01/2006 |
|
|
À SUÍÇA
UM PAÍS DE ACOLHIMENTO
ONDE PAIRA O SENTIMENTO
DE UMA ÓBVIA NOSTALGIA
MAS, TODAVIA AO INVÉS
MOSTRA EM CADA PORTUGUÊS
BOM-HUMOR E SIMPATIA
MESMO CHEIA DE SAUDADE
A GRANDE COMUNIDADE
DESSA GENTE LUSITANA
COM VONTADE BEM FRENÉTICA
LUTA NA NAÇÃO HELVÉTICA
POR UMA VIDA MAIS SANA
MAS HÁ SEMPRE OCASIÃO
PARA DE ALMA E CORAÇÃO
MOSTRAR AO MUNDO SOEZ
QUE HÁ MUITO AMOR EM CARTEIRA
AO SÁBADO E QUINTA-FEIRA
OIÇA “ESPAÇO PORTUGUÊS”
A ESTAÇÃO QUE SE DESEJA
ONDE ENCONTRA O LUÍS BEJA
ACOMPANHADO DE ENCANTOS
CLASSIFICAÇÃO QUE ARRISCO
REFERINDO-ME AO FRANCISCO
E À MARIA DOS SANTOS
UMA EQUIPA DE VALOR
COM QUE QUALQUER SONHADOR
FACILMENTE SE APAIXONA
PRECISAMENTE POR ISSO
EU PEÇO AO POVO SUIÇO
QUE A ESTIME EM QUALQUER ZONA
Alfredo Louro
Oliveira de Azeméis, 14 de Janeiro de 2006
Programa Radiofónico
Ao Espaço Português
Eu canto com altivez
O seu gesto de nobreza
Por este espaço abrir
E na rádio difundir
Nossa Língua Portuguesa
E lá longe na Suiça
À Língua fazem justiça
Mostrando as suas raízes
Mantendo a sua cultura
Mas numa rara moldura
Partilhando os dois países
Quão heróico é o seu preito
De conservarem no peito
Tanta portugalidade
Dedicando a sua vida
Pelos outros repartida
P’ra amenizar a saudade
Honras para os locutores
Por serem divulgadores
Desta Língua maternal...
Que alimentem no programa
Viva e sempre acesa a chama
De divulgar Portugal !...
Euclides Cavaco